"A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer."

(Graciliano Ramos)



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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Suplementos perigosos

O blog já publicou matérias sobre o assunto (veja aqui e aqui), mas sempre aparecem mais notícias sobre o tema. A busca pelo corpo "perfeito" acaba levando algumas pessoas, não tão desavisadas , a fazerem uso de tais substâncias, mesmo sabendo o risco que elas oferecem.
Acompanhe toda a matéria em O Globo.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Alimentação mediterrânea

A FAPESP (Agência de Notícias da Fundação de Amparo à Pequisa do Estado de São Paulo) divulga opinião do perquisador israelense Elliot Berry, professor do Departamento de Nutrição e Metabolismo da Escola de Medicina Hadassah da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel.
Segundo Berry, a boa saúde dos povos mediterrâneos se explica em parte pela alimentação. Mesmo culturalmente diferentes, os países da região partilham alguns ingredientes em comum, entre os quais sete se destacam: trigo, cevada, uva, figo, tâmara, romã e azeitona.
Leia a matéria completa no Boletim Fapesp.
PS: Leia aqui a matéria sobre azeite de oliva publicada pelo blog.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Nutrientes desperdiçados

A agência FAPESP (Fundação de Amparo á Pesquisa do Estado de São Paulo) divulgou pesquisa que alerta para o desperdício de substâncias bioativas pelas indústrias alimentícias que nos serve de alerta quanto ao excesso de consumo de alimentos industrializados. Acompanhe aqui.

domingo, 15 de novembro de 2009

Suplementos turbinam músculos, mas pedem moderação

Na maioria dos casos, alimentação é suficiente para alcançar resultados

Fonte: http://msn.minhavida.com.br/conteudo/5461-Suplementos-turbinam-musculos44-mas-pedem-moderacao.htm

Os suplementos alimentares estão em alta nas academias. Existem aqueles que prometem aumentar músculos, os que dizem dar mais energia e até os que afirmam eliminar as gordurinhas extras. Mas até que ponto eles são saudáveis e garantem resultados positivos?

"Os suplementos funcionam como um complemento da alimentação. Na maioria dos casos, são indicados para pessoas que apresentam uma carência muito grande de determinado nutriente", explica a nutricionista Camila Garcia, da equipe do setor de Nutrição Preventiva do Hospital do Coração, de São Paulo. "Mas, em geral, uma alimentação equilibrada já faz esse papel, seja para prática de exercícios ou para o dia a dia."

Além disso, os nutrientes mais encontrados nos suplementos podem ser repostos facilmente com um prato de comida bem montado. "A maioria dos suplementos são compostos de carboidratos, proteínas e aminoácidos, que são nutrientes presentes em quantidade suficiente dentro de uma alimentação saudável", diz Camila.

Mas, em alguns casos, eles precisam estar presentes, como explica o triatleta Fabio Keiti."Faz menos de um ano que comecei a fazer uso do suplemento BCAA. Ele protege meu sistema imunológico e ajuda a manter a massa muscular, graças à quantidade de vitaminas e proteínas. Minha alimentação é regulada, mas minha nutricionista resolveu incrementar a dieta já que alguns nutrientes e vitaminas estavam apresentando queda", explica.

Para ganhar músculos
Se o objetivo é ficar com mais músculos, o ideal mesmo é pegar no pesado. Não existe milagre. "Embora muitos suplementos aleguem o benefício de ganhar massa muscular, a única coisa que efetivamente aumenta os músculos é o treinamento. Uma alimentação adequada para o pré e pós-treino é o suficiente para atingir essa meta", explica. Consumir suplementos de proteína pode ajudar. Mas só quando existe uma deficiência do nutriente no organismo ou quando a pessoa não consegue adequar sua alimentação, por ocorrências do dia a dia, por exemplo. Mas, vale lembrar que só uma nutricionista pode fazer esse diagnóstico.

Já o personal trainer, Ivaldo Larentis afirma, que os suplementos também podem ser bem eficientes. "Existem pessoas que não conseguem consumir a quantidade necessária de proteínas no dia a dia, seja por restrições alimentares ou pela falta de tempo, por isso que os suplementos como o Isopro Whey, da Probiótica (o produto contém proteína isolada do soro de leite e não apresenta carboidratos ), podem apresentar resultados positivos", diz o especialista. "Sempre que meus alunos apresentam dificuldade na hora de ganhar músculos, sugiro uma consulta a um nutricionista", diz.

Para emagrecer
Melhor não se iludir e não atribuir às cápsulas o mérito por secar os quilinhos. "Os suplementos apresentam muita água na composição, fato que não afeta em nada a dieta. Além disso, os exercícios já colaboram para perda de peso, o que faz as pessoas acreditarem que seja um efeito decorrente dos suplementos", diz. "Para emagrecer, o melhor é aliar exercícios e uma dieta restrita em calorias".

Mas a nutricionista também sugere que alguns suplementos podem ajudar a aumentar o metabolismo do corpo, o que acelera o processo de perda de peso. "Alguns nutrientes, presentes em determinados suplementos, ajudam a acelerar o metabolismo, graças a quantidade de pó de guaraná, mas vale lembrar que essa mesmo substância exige moderação. Consumida em excesso, pode até levar a um ataque cardíaco", explica.

O tempo que cada pessoa leva para perder peso, mesmo com o adicional dos suplementos, depende exclusivamente da alimentação e da carga de exercícios que ela apresenta. "Eu gosto do Ripp ABS, da Probiótica, um produto elaborado com guaraná e mate enriquecido com vitaminas e minerais em cápsulas. Mas meus alunos só fazem uso dele depois de uma conversa com o nutricionista", ressalta o personal.

Para ganhar energia
Quer ganhar mais energia? Não precisa de suplementos, basta deixar o estresse de lado. "Os suplementos que garantem o aumento de energia precisam de indicações e prescrições médicas. Para aumentar a energia de um modo natural e saudável, basta manter uma alimentação adequada, exercícios regulares, sono de boa qualidade e controle do estresse", explica.

Mas, se está difícil se livrar dos problemas do dia a dia, converse claramente com a nutricionista, pois só ela pode indicar o suplemento ideal para você. "Em alguns casos (como pessoas que apresentam baixa ingestão de carboidratos), os suplementos para o aumento da energia podem ser utilizados. Mas vale lembrar, que eles devem ser ingeridos enquanto a nutricionista e o pacientes buscam outras alternativas para melhorar o caso", explica.

O personal Ivaldo Larentis diz que os suplementos para garantir energia são a base de vitamina C e vitaminas do complexo B. "A maioria dos suplementos se resumem nessas vitaminas, mas outros apresentam carboidratos com índice glicêmico para uma mais rápida reposição de glicogênio muscular (a fonte de energia armazenada nos músculos)."

Os perigos do uso sem prescrição
O uso de suplementos sem indicação médica oferece diversos riscos para a saúde. Entre eles, o fígado e os rins estão na lista dos pontos mais prejudicados, já que a maioria dos suplementos apresentam uma grande quantidade de proteínas que sobrecarregam esses órgãos. "Em excesso, os suplementos podem levar ao ganho de peso e gordura corporal. Isso acontece porque, quando combinados a uma alimentação inadequada, eles aumentam a quantidade de calorias que não conseguem ser revertidas para massa muscular, principalmente, se existe a sobrecarga de nutrientes, como as proteínas", explica a nutri.

"Suplementos só devem ser utilizados sob orientação profissional. Existem muitas fórmulas com diversos ingredientes. Deve-se avaliar qual é a real necessidade de sua utilização. Existem pessoas, por exemplo, que apresentam dificuldade de quebra de comidas e absorção de nutrientes; essas sim devem fazer a utilização dos suplementos alimentares", explica.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Uma cervejinha, por favor

Para quem gosta de uma geladinha após a pedalada até que a notícia não é ruim.
Matéria originalmente publicada no site http://prologo.uol.com.br/.



O álcool presente na bebida pode ser prejudicial para o atleta, que precisa beber na hora apropriada e sem exageros
10/06/2009


Por Felipe Vilasanchez

No Brasil, foram consumidos, em 2008, cerca de 56 litros de cerveja por pessoa. Com toda essa quantidade, nem os atletas escapam. Mas, como em quase tudo na vida, é bom não exagerar, para não correr o risco de ter o pedal prejudicado pela bebida.

“Consumida com moderação a cerveja traz em seus ingredientes vitaminas do complexo B, fosfato e magnésio, que são nutrientes importantes para uma dieta saudável”, afirma a nutricionista Mariana Escobar. No entanto, de acordo com a nutricionista Mariana Klopfer, o grande problema da cerveja é o álcool, pois este componente compromete o valor nutritivo que a cerveja poderia ter.

Entre os efeitos desta substância podem ser listados a inibição do ADH (hormônio antidiurético), hormônio responsável pela regulação urinária, o que nos faz ter mais vontade de ir ao banheiro, causando desidratação, e a inibição da enzima responsável pela quebra da gordura, diminuindo a capacidade do corpo utilizá-la como fonte de energia.

“O álcool também prejudica a recuperação muscular, a recuperação de glicogênio e as regulações hormonais que estão relacionadas com as funções como dormir e acordar”, afirma Escobar. Por isso que quem bebe antes de dormir desperta muitas vezes durante a noite, acorda mais cedo que o usual e, por vezes, não atinge os estágios mais profundos do sono, de acordo com Klopfer. Com o sono afetado, a recuperação se torna insuficiente, influenciando de forma negativa a performance do treino seguinte.

No entanto, a cerveja não é uma bebida tão calórica e não apresenta o risco de engordar. Cada lata tem por volta de 123 kcal, quantidade de energia que pode ser queimada com cerca de 25 minutos de pedal a 15 km/h.

Porém, mesmo não engordando, há o problema da barriga. Ao ser ingerida em demasia, a bebida alcoólica leva nosso corpo a priorizar mecanismos de desintoxicação para a eliminação do álcool, prejudicando o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas. “Esse desvio no metabolismo proporciona o acúmulo de energia sob a forma de gordura corporal, que, se não for gasta, acumula-se na barriga, no caso dos homens, e nos quadris, glúteos e na barriga das mulheres”.

Uma cervejinha depois do treino
Mas como o pedal ajuda na queima da energia extra, não há motivo para atletas se preocuparem com a barriga. Contudo, aqueles que não resistem a pelo menos um copo depois do treino, principalmente nos finais de semana mais quentes, devem tomar cuidado. “A cerveja não recupera glicogênio muscular por não possuir a quantidade de carboidratos suficiente, não recupera as microlesões musculares por não possuir proteínas e ainda desidrata”, afirma Escobar. “Após o treino precisamos repor a água que foi perdida durante a transpiração. Evite ingerir bebidas alcoólicas após os treinos e beba água, pois a ingestão de álcool estimula a diurese, o que causa perda excessiva de água, ou seja, o processo inverso que queremos após o treino”, complementa Klopfer.

Por isso, o segredo é beber com responsabilidade. Se consumida nas quantidades e momentos apropriados, a cerveja está longe de fazer mal. E uma rotina de atividades esportivas só ajuda os fãs da bebida, uma vez que uma vida fisicamente ativa minimiza os efeitos negativos do álcool. “Nunca proíbo meus atletas de tomar cerveja, mas sempre recomendo que bebam em um dia que não tenham treino ou competição”, finaliza Mariana Escobar.

Valores Nutricionais da cerveja:

Energia 123 kcal
Álcool 10,8g
Proteína 0,9g
Carboidrato 11,1g
Lipídio 0g
Água 276,9g
Cinzas 0,3g
Fibra 0,6g
Cálcio 15mg
Fósforo 36mg
Magnésio 18mg
Ferro 0,09mg
Sódio 15mg
Potássio 75mg
Zinco 0,06mg
Cobre 0,03mg
Manganês 0,04mg
Tiamina 0,02mg
Riboflavina 0,08mg
Niacina 1,36mg
Vitamina B6 0,15mg
Vitamina B12 0,06mcg

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O AZEITE DE OLIVA



Cláudio Quintanilha Siqueira

Alimentação balanceada e a prática regular de atividades físicas são os maiores aliados para a manutenção de uma boa saúde. No entanto, alguns alimentos merecem destaque pelas propriedades preventivas e terapêuticas que apresentam; além de serem uma boa fonte de energia para quem pratica esportes.
Juntamente com a videira, a oliveira (Olea europea) foi uma das primeiras árvores a serem cultivadas há mais de 5000 anos no Mediterrâneo e Ásia Menor. E, desde o século VII a.C. o óleo de oliva começou a ser investigado por filósofos, médicos e historiadores devido às propriedades benéficas ao ser humano.
Estudos mais recentes provaram que países onde a dieta é tradicionalmente rica em azeite têm uma incidência menor de problemas cardiovasculares, como é o caso dos povos mediterrâneos. No entanto, o seu consumo hoje não se restringe apenas às regiões produtoras e espalha-se por países mais distantes como o Japão, Austrália ou Brasil.
A palavra azeite origina-se do vocábulo árabe “Az-zait”, que significa “sumo da azeitona” e era utilizado originalmente pelos povos mesopotâmicos para untar o corpo para se proteger do frio, aliviar a dor e curar feridas, amaciar a pele e os cabelos, como combustível para iluminação, lubrificante de ferramentas e em ritos religiosos.
De acordo com o INMETRO, o “azeite de oliva é o produto obtido através do processamento do fruto das oliveiras, a azeitona, sendo que, para ser denominado como azeite de oliva o produto não pode apresentar mistura com qualquer outro tipo de óleo”. Ainda segundo o órgão, somente a certificação dá ao consumidor a garantia de que o produto está de acordo com os requisitos estabelecidos nas normas e regulamentos técnicos aplicáveis.
O azeite de oliva, por ser rico em ácidos graxos monoinsaturados, favorece o controle do colesterol, ajudando a reduzir o colesterol “ruim” (LDL) e mantendo o nível do “bom” colesterol (HDL). E, pela sua composição, favorece na prevenção e tratamento de várias doenças como: aterosclerose, trombose, diabetes tipo 2, alguns tipos de câncer (mama, próstata e trato digestivo), fortalece o sistema imunológico etc; além de possuir as vitaminas lipossolúveis A, D, E e K e auxiliar na absorção do cálcio, prevenindo ou combatendo a osteoporose.
Cientistas de diversas universidades européias publicaram um trabalho onde comparam exames de imagem de voluntários antes e depois do consumo do azeite de oliva e observaram que o hábito de consumir o óleo diminui os depósitos de gordura no abdômen. Ou seja, o consumo regular[1] do azeite de oliva evita o acúmulo de gordura visceral, que está relacionada a doenças cardiovasculares e diabetes.
O fruto das oliveiras também merece destaque. A azeitona apresenta propriedades que a torna uma excelente aliada da nossa saúde. Por não possuir colesterol e conter grande quantidade de ácidos graxos a azeitona pode prevenir o infarto do miocárdio, derrame e aterosclerose, pois ela inibe o acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos. As olivas contêm também as vitaminas A e E, fósforo e potássio, que previne as indesejáveis cãibras durante as pedaladas mais severas e regula os batimentos cardíacos; além de tudo, são grandes fontes de fibras, componentes fundamentais para o bom funcionamento do aparelho digestório. Já os hipertensos devem evitar o seu consumo devido à salmoura utilizada na conservação dos frutos.
Existem cerca de 270 variedades de azeitonas, no entanto, somente 24 são regularmente utilizadas na produção de azeite. A variedade das azeitonas e o tratamento do óleo depois da prensagem permitem a fabricação de diferentes tipos de azeite, que são classificados com base nas suas características organolépticas (sabor e aroma), analíticas (acidez) e pelo processo extrativo. Existem basicamente três tipos:

Extravirgem: o mais indicado para beneficiar a saúde. Tem sabor intenso e é o mais puro dos tipos de azeite, com acidez menor que 1 %. É obtido de uma única prensagem das azeitonas. Por não ser misturado a outros óleos e não sofrer a interferência do calor é o que possui maior concentração de antioxidantes.

Virgem: tem acidez de até 2 % e sabor menos acentuado que o extravirgem.

Refinado: são os azeites com acidez maior que 2 % ou com impurezas.

Puro: obtido pela mistura do azeite refinado com o virgem. Tem acidez máxima de 1,5%.


CURIOSIDADES

-Na época dos grandes descobrimentos, por volta do século XVI, o azeite era obrigatório nos navios, utilizado como base para o preparo de medicamentos.
-O período de maturidade e plena produção da oliveira situa-se entre 35 e 150 anos, mas conhece-se espécimes com 2000 anos.
-Os países da União Européia representam 81 % da produção mundial de azeite.
-A Espanha é o maior produtor de azeite, participando com 39 % da produção mundial.
-A Itália é o maior mercado consumidor, com 740 mil toneladas anuais.
-O Brasil está entre os 10 países de maior consumo mundial, no entanto, o consumo per capita (170 g/ano) ainda é muito baixo se comparado à Grécia (25 kg/ano) e Espanha (12 kg/ano).
-O Brasil não figura entre os produtores de azeite devido às condições climáticas desfavoráveis para o cultivo da oliveira.
-Quando bem conservado, abrigado da luz e do calor, o azeite tem o prazo de validade de três anos.
-São necessários de 4 a 5 kg de azeitonas para se produzir 1 litro de azeite.
-A cor não indica a variedade da azeitona, mas a fase de maturação do fruto. As azeitonas são verdes no começo do seu ciclo de amadurecimento e negras no final.
-Cada grama de azeite contem cerca de 9 kilocalorias.
-O chá das folhas de oliveira tem poder antioxidante 300 vezes maior do que o chá verde, mas, não podem ser utilizadas frescas ou secas porque elas possuem grande quantidade de taninos, que tornam a bebida amarga e impedem a liberação de nutrientes. Para serem utilizadas, as folhas devem ser transformadas em pó e depois industrializadas.
-Cada 100 g de azeitonas contêm 140 quilocalorias.


FONTES E REFERÊNCIAS

O poder do azeite. Revista SAÚDE TODO DIA, ano 2, n° 3, 2009.
http://azeite.com.br/
HTTP://oglobo.globo.com/vivermelhor
HTTP://saude.abril.com.br/edicoes/0289/nutricao/conteudo_250539.shtm.
http://wikipedia.org/
http://www.casadoazeite.pt/
http://www.inmetro.gov.br/
http://www.internationaloliveoil.org/
http://www.oliva.org.br/


IMAGENS
http://ttkitchen.blogspot.com

[1] O consumo recomendado de azeite de oliva, para que se obtenha todos os benefícios por ele proporcionados, é de duas colheres de sopa por dia.