quinta-feira, 29 de outubro de 2009
PEDAL DAS BRUXAS
Data: 31/10/09
Hora: 19h 30min
Concentração: Josimar Bicicletas (Turf Centro Shopping)
Grau de dificuldade: médio-pesado
Distância total: 55 km (ida e volta)
Obrigatório o uso de capacete.
Maiores informações pelo telefone (22) 9982-0829
sábado, 19 de setembro de 2009
Dia Mundial Sem Carro
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Afastamento temporário
Um abraço e até breve.
Cláudio Quintanilha Siqueira
Digitado por: Letícia Ribeiro Quintanilha
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Britânica perde 25 kg e compete pelo país em Mundial de Triatlo
Só não entendi como ela consegue treinar 14 horas por dia e ainda trabalhar, mas tudo bem.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
IMPORTANTÍSSIMO
Dica de um amigo funcionário da saúde da cidade de Araruama
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Conceitos da área esportiva - SAÚDE
A definição mais difundida e aceita é a da Organização Mundial da Saúde que define saúde como "um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença." Ou seja, se você malha, pedala, corre, nada ou seja lá que atividade física pratique mas, por exemplo, não se sente bem no seu meio social ou vive estressado a todo instante, por definição você não é uma pessoa saudável, mesmo que todos os seus exames laboratoriais estejam dentro dos limites estabelecidos e você não sinta qualquer sintoma de doenças.Então, pense mais na sua saúde e vamos pedalar!
FONTES E REFERÊNCIAS
http://pt.wikipedia.org/
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
TREINAMENTO PELA FREQUÊNCIA CARDÍACA
Cláudio Quintanilha Siqueira“A prescrição de treinamento pela FC representa uma das formas mais simples e práticas de orientação do exercício físico.” (MARINS & GIANNICHI, 2003).
É através do treinamento aeróbico que tentamos melhorar a nossa resistência cardiopulmonar, seja pedalando, correndo, nadando etc. Além do mais “As gorduras só podem ser utilizadas no ciclo energético através do sistema aeróbico.” (DANTAS, 2003). Ou seja: se você quer emagrecer e adquirir boa resistência cardiorrespiratória você deve optar pelos exercícios aeróbicos. Mas, para que o exercício seja eficiente a frequência cardíaca deve ser levada em consideração.
Um dos fatores que influenciam no treinamento é a intensidade do exercício. De acordo com Dantas (2003) o princípio da adaptação [1] nos ensina que há um limiar mínimo para que um exercício produza o efeito desejado de treinamento, bem como um limite máximo que, se for ultrapassado, poderá causar danos ao organismo. Normalmente esta faixa de trabalho é determinada pelos seguintes valores:
Limite Inferior: 60 % FCmáx
Limite Superior: 90 % FCmáx
Esta faixa determina a Zona Alvo, na qual deve-se manter a frequência cardíaca por um tempo de 20 a 60 min, segundo recomenda Dantas (2003), para treinamento utilizando-se métodos contínuos [2].
Por muitos anos a prescrição de exercícios estava baseada num conceito simplista, onde se calculava a FC máxima do indivíduo e, posteriormente, o percentual da FC de trabalho desejada, como podemos observar no exemplo a seguir:
Suponhamos um indivíduo com idade de 40 anos.
FCmáx = 220 – idade
FC máx = 180 bpm (Batimentos por Minuto)
LI = 180 x 0,6 = 108 bpm
LS = 180 x 0,9 = 162 bpm
Este método não levava em consideração a Frequência Cardíaca de Reserva (FCR) que, segundo Marins & Giannichi (2003) é o resultado da diminuição da FCmáx da FC de repouso. Este procedimento pode ser estabelecido pela seguinte fórmula:
FCT = % (FCmáx – FCrep) + FCrep
Onde:
FCT = Frequência Cardíaca de Treino
% = Percentual de trabalho
FCmáx = Frequência Cardíaca Máxima
FCrep = Frequência Cardíaca de Repouso
Aproveitando o exemplo anterior iremos calcular novamente os limites inferior e superior de treinamento.
FCmáx = 180 bpm
FCrep = 60 bpm
FCT = 0,60 (180 – 60) + 60
FCT = 132 bpm (Limite Inferior)
FCT = 0,90 (180 – 60) + 60
FCT = 168 bpm (Limite Superior)
Podemos observar pela comparação entre os dois métodos que houve uma grande diferenciação que pode induzir a um erro quando utilizamos a primeira forma.
A frequência cardíaca máxima também pode ser obtida pela fórmula proposta por Hackell & Fox em 2001 e válida para ambos os sexos: FCmáx = 208 – (0,7 x idade), onde a idade deve ser colocada em anos e meses (na forma decimal) como no exemplo a seguir.
Suponhamos um indivíduo de 25 anos e 8 meses.
Fazendo uma regra de três simples obtemos: 12 meses – 1 ano
8 meses – x anos
x = 8/12 = 0,67
Então, a FCmáx desse indivíduo ficaria assim: FCmáx = 208 – (0,7 x 25,67)
FCmáx = 190 bpm
A obtenção da FCmáx é importante não só para sabermos a zona-alvo de treinamento, mas também porque representa, segundo Dantas (2003) o limite máximo de segurança, até o qual podemos trabalhar sem corrermos riscos cardíacos.
Marins & Giannichi (2003) chamam a atenção para a utilização correta da FC como parâmetro de controle do treinamento, alertando quanto a um conjunto de fatores que poderão interferir em seu comportamento, “aumentando ou diminuindo sua resposta ao exercício, o que modifica o cálculo da intensidade de treinamento”. Entre estes fatores os autores destacam: condições ambientais (calor, frio, altitude e mergulho), tipo de exercício (corrida x natação), medicamentos como os betabloqueadores, drogas (cacaína), tabagismo, nível de hidratação, hipertermia e a falta de sono, que poderão de forma isolada ou combinada alterar a FC.
Alertamos também que o presente trabalho tem como objetivo fornecer noções sobre a importância de se monitorar a frequência cardíaca durante os treinos e que um profissional de educação física deverá ser sempre consultado para sanar as suas dúvidas.
[1] Segundo o Princípio da Adaptação a aplicação de cargas crescentes vão, progressivamente, sendo assimiladas pelo organismo.
[2] Os Métodos Contínuos de treinamento “são aqueles que envolvem a aplicação de cargas contínuas caracterizadas pelo predomínio do volume sobre a intensidade.” (DANTAS, 2003).
segunda-feira, 6 de julho de 2009
A história de um ciclista sem mãos
Acompanhe o relato completo e fotos no site pedal.com.br e pare de reclamar da vida.
domingo, 5 de julho de 2009
DIABETES E ATIVIDADE FÍSICA

Cláudio Quintanilha Siqueira
Hoje o Diabetes Mellitus é definido pela Organização Panamericana de Saúde (OPS) como “uma enfermidade crônica caracterizada por hiperglicemia e desequilíbrio do metabolismo dos carboidratos e proteínas.” Ainda segundo a OPS o diabetes mellitus está associado a uma deficiência na secreção ou ação do hormônio insulina.
Existem vários tipos de diabetes, porém estes ocorrem com menor frequência em relação aos do Tipo 1 e 2 e ao Gestacional, entretanto iremos nos concentrar apenas nos diabetes Tipo 1 e 2 e suas definições conforme a American Diabetes Association (ADA).
Diabetes Tipo 1: Resulta de uma falha do corpo em produzir insulina, hormônio que “destrava” as células do corpo, permitindo a glicose entrar e abastecê-las.
De acordo com Silverthorn (2003) o diabetes mellitus Tipo 1 (ou insulino-dependente) é uma doença auto-imune causada pela destruição das células beta do pâncreas quando o corpo falha no seu reconhecimento como próprias e as destrói por meio de anticorpos e células brancas do sangue e afirma que “o único tratamento é por meio da injeção de insulina.”
Diabetes Tipo 2: Resulta de uma resistência à insulina (uma condição na qual o corpo não usa a insulina apropriadamente), combinada com uma relativa falta deste hormônio.
É também conhecido como diabetes resistente à insulina e “compreendem 90% da população de diabéticos”, sendo que “cerca de 80% dos Tipo 2 são obesos.” (SILVERTHORN, 2003).
Podemos concluir que o controle da glicemia não só é desejável como possível e que o portador de diabetes “tem condições de levar uma vida absolutamente normal”, afirma Bronstein (2002). Ainda segundo o endocrinologista a atividade física é de vital importância para os diabéticos, porque acelera o metabolismo, ajudando a queimar calorias e a controlar o peso; proporciona bem-estar e é benéfica para todo o organismo: ativa a função cardíaca, melhora a pressão arterial etc. Mas ressalta que o diabético só deve aplicar-se a um programa de exercícios se a doença estiver controlada. “Se estiver descompensada, a atividade física pode ter efeito contrário ao que se deseja, pois o fígado vai produzir mais açúcar”, adverte.
Mas, que tipo de atividade física deve fazer parte da rotina do diabético?
Segundo a American Diabetes Associoation (ADA) uma rotina de atividades físicas para diabéticos incluem três tipos de atividades: exercícios aeróbicos, treinamento de resistência e exercícios de flexibilidade.
Exercícios aeróbicos
Os exercícios aeróbicos elevam o batimento cardíaco, fortalecem os músculos e aumentam o condicionamento aeróbico. Para a maioria das pessoas é melhor optar por um total de 30 minutos de exercícios por dia, pelo menos 5 dias por semana. Se você não tem feito nenhuma atividade física ultimamente, você deve iniciar com 5 ou 10 minutos por dia e aumentar o tempo a cada semana. Ou dividir a sua atividade durante o dia – uma caminhada de 10 minutos antes de cada refeição, por exemplo. Se você está tentando perder peso, você deve se exercitar mais de 30 minutos por dia. Alguns exemplos de exercícios aeróbicos incluem: caminhadas, dança, natação, hidroginástica, tênis e ciclismo.
Varella (2005) observa que várias pesquisas demonstram que perdas de 5 a 10% do peso corpóreo podem prevenir ou pelo menos retardar o aparecimento de diabetes e acrescenta que andar 30 minutos por dia pode reduzir de 40 a 60% o risco de instalação da doença. E pergunta: “Andar apenas 30 minutos por dia para evitar uma doença que provoca perda de visão, ataques cardíacos, derrames cerebrais, amputações de membros e insuficiência renal capaz de exigir transplante de rim, é muito sacrifício?”
Treinamento de resistência
Feito várias vezes por semana ajuda a fortalecer os ossos e os músculos. Com mais músculos você queima mais calorias, mesmo durante o repouso.
“Os exercícios reduzem a hiperglicemia porque o músculo esquelético em exercício não exige insulina para a captação da glicose.” (SILVERTHORN, 2003).
Exercícios de flexibilidade
Os exercícios de flexibilidade, também chamados de alongamentos, ajudam a manter as articulações flexíveis e reduzem as chances de lesões durante as atividades. Alongar por 5 a 10 minutos ajuda o corpo a aquecer e se preparar para as atividades como caminhar, nadar ou pedalar.
Há muito o que falar sobre o diabetes mas acho que o nosso objetivo foi alcançado: oferecer uma pequena noção sobre a doença e conscientizar as pessoas sobre os riscos da obesidade e do sedentarismo, bem como estimular os portadores da enfermidade a aderirem a prática de atividades físicas regulares.
REFERÊNCIAS
AMERICAN DIABETES ASSOCIATION. All about diabetes. Disponível em: http://diabetes.org
_____ . Types of exercise. Disponível em http://diabetes.org
____ . What can exercise do for me? Disponível em http://diabetes.org
BRONSTEIN, Marcello. Entrevista. Disponível em: http://www.drauziovarella.com.br.
ORGANIZAÇÃO PANAMERICANA DE SAÚDE.
SILVERTHORN, Dee Unglaub. Fisiologia humana: uma abordagem integrada. Barueri, SP: Manole, 2ª ed., 2003.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. História do diabetes. Disponívem em: http://www.diabetes.org.br
VARELLA, Dráuzio. A epidemia de diabetes. Disponível em: http://drauziovarella.ig.com.br
____ . Diabetes. Disponível em: http://drauziovarella.ig.com.b
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Dicas para frear melhor
Veja aqui as dicas de frenagem mais eficiente, evitando desgastes prematuros de componentes e acidentes, oferecidas pelo site www.ondepedalar.com.br.